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Fotobiomodulação no tratamento da dor

Fala galera… tudo bem com vocês?

Hoje vamos falar um pouquinho sobre o quinto sinal vital ou mais conhecido como DOR. Saiba como a fotobiomodulação pode auxiliar no tratamento de pacientes/clientes com dores, crônicas ou agudas, e os benefícios que ela pode trazer na qualidade de vida dos mesmos.

A dor, segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP),  é definida como “uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial” (1).

A dor não é apenas um experiência sensorial, ela também é emocional e social, não podendo, portanto, ser levada em simples redução de uma resposta nociceptiva. Contudo, para efeitos da fotobiomodulação, vamos falar, não exclusivamente, mas sobretudo sobre a dor sensorial.

A fotobiomodulação age no tecido causando “alterações na permeabilidade da membrana, vasodilatação, redução do edema celular e bloqueio das fibras nervosas em resposta à liberação de opióides endógenos (endorfinas e encefalinas). Bem como a diminuição da liberação de histamina, acetilcolina e síntese bradicinesia. Dessa forma essa alteração tem como resposta à redução da dor, a produção de cicloxigenase 2 (COX-2), prostaglandinas e secreções de histamina, citocinas e cininas, como fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), fator de crescimento transformador-beta (TGF-β) e interleucinas IL-1β e IL-6” (2).

Ou seja, a fotobiomodulação tem uma ação analgésica no corpo pois melhora processos inflamatórios, a condução nervosa de neurônios periféricos- responsáveis pelos movimentos musculares-, e a liberação de opioides endógenos -que são importantes na regulação da sensação dolorosa.

A fotobiomodulação é uma forma menos invasiva de para tratar dores de diversas etiologias, apresentando várias vantagens em relação aos tratamentos convencionais. Como já dito anteriormente, volto a reforçar, um de seus principais benefícios é não apresentar efeitos colaterais ou reações adversas.

A terapia pode ser utilizada em lesões musculares e nos ossos, além de lesões neurais periféricas.

Uma revisão sistemática avaliou o uso da fotobiomodulação na dor lombar crônica, concluiu que a fototerapia, quando aplicada na dose correta, é significativa para redução da dor do paciente (2). Outro estudo avaliou os efeitos da fotobiomodulação e exercícios na dor e força muscular na osteoartrose de joelho, chegando a conclusão que os protocolos de exercícios mais laserterapia são eficazes para o estes pacientes (3). Assim como esses estudos, diversos outros estudos vem apontando a eficiência da fotobiomodulação na redução da dor, seria impossível cita-los todos aqui.

Bibliografia:

1.        DeSantana JM, Perissinotti DMN, Oliveira Junior JO de, Correia LMF, Oliveira CM de, Fonseca PRB da. Definition of pain revised after four decades. Brazilian J Pain. 2020;3(3):197–8.

2.        SARAIVA AR, CALVACANTE IDA, Pessoa DR. Avaliação Dos Efeitos Da Fotobiomodulação Por Laser De Baixa Intensidade Sobre a Dor Em Pacientes Com Dor Lombar Crônica: Revisão Integrativa. Saúde (Santa Maria). 2021;47(1).

3.        Ferreira E dos S, Santos ETA dos, Leal SS. Efeitos da fotobiomodulação e exercícios na dor e força muscular na osteoartrose de joelho: Uma revisão sistemática. Res Soc Dev. 2021;10(7):e2010716668.

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